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Postado em 22 de Março de 2017 às 09h09

Operação sobre agroindústrias não pode generalizar, afirma presidente do Simec

A operação desencadeada sobre um grupo de agroindústrias, pela Polícia Federal, não pode, de forma alguma, servir para generalizar para todo o setor uma situação pontual, avalia o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânica e do Material Elétrico de Chapecó (Simec). O empresário Mário Nóri de Oliveira afirma que o Brasil levou muitos anos para atingir o padrão de qualidade que hoje detém, em carnes e derivados, e para chegar aos primeiros lugares na exportação de carnes de frango, bovinos e suínos. 

Para o presidente do Simec, a agroindústria de carnes é um dos segmentos de expressão do Brasil no comércio mundial, no qual gera mais de U$ 10 bilhões em exportações, e deve ser considerada “uma medalhista” pelo que vem conquistando. “Por isso, não pode sofrer a generalização imposta pela polícia que investigou, muito menos por grande parte da impressa que está divulgando a situação sem análise mais aprofundada e avaliação da realidade”. Esse fato, acrescenta, gera o risco de grandes danos para toda a cadeia produtiva envolvida com a agroindústria, desde o produtor rural até as empresas fornecedoras, como a própria indústria metalmecânica, da qual uma das mais expressivas do país está no Oeste Catarinense. 

Minoria investigada e punição
O empresário lembra que de 4.830 unidades frigoríficas que têm inspeção, apenas 21 foram envolvidas, ou seja, 0,4%, enquanto dos 11 mil funcionários do Ministério da Agricultura 33 são investigados, ou 0,3%. “Assim, 99,6% dos frigoríficos estão dentro dos padrões de sanidade e 99,7% dos funcionários do ministério não cometeram irregularidades, o que reforça a necessidade de respeito ao conjunto do setor e de investigação criteriosa e punição sobre os que erraram”, afirma o dirigente. 

Além disso, o presidente do Simec lamenta o uso sensacionalista da operação feita pela Polícia Federal e critica políticos que sempre estiveram atrelados ao governo e agora pouco fazem e mais agem “contra reformas essenciais para a sobrevivência da economia nacional”.

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo de Oliveira-Jornalista/MTb4296RS - 21/03/17

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