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Postado em 19 de Outubro de 2018 às 14h07

Programa de excelência na gestão apresentado para empresários do setor de eletrometalmecânica

O programa de excelência vai ajudar a implantar um modelo de gestão nas empresas, afirmou, em evento no Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico (Simec), a instrutora do Excelência Santa Catarina, Larissa Raiser. Através de um workshop, nesta quinta-feira, 18 de outubro, ela falou para empresários e profissionais de empresas do setor eletrometalmecânico que formarão um grupo setorial para realizar o pro-grama.

Ao abrir o evento, que teve o tema central "Excelência na Gestão", o vice-presidente do Simec, Mário Nóri de Oliveira, destacou que um dos grandes focos do setor eletrometalmecânico está na inovação, o que inclui melhorias na gestão das empresas. "Estamos em um mundo globalizado, nossos produtos parece que a cada seis meses perdem a validade, por isso buscamos atualização e programas que auxiliem nesse processo", afirmou.

Ao falar sobre o programa de excelência, a instrutora Larissa Raiser enfatizou que as vezes as empresas, ao contratar consultoria, precisam considerar o conjunto do trabalho a ser desenvolvido, que envolve "fazer gestão, analisar, planejar, pensar". Acrescentou que o Programa de Excelência na Gestão representa um modelo consistente e pode ser aplicado em qualquer organização, para amadurecer a gestão. Sobre esse amadurecimento, especificou que vai ao encontro das ameaças que as empresas estão passando, contribui para enfrentar crises e a superação em velocidade muito rápida.

Cases de Excelência 
Dois cases de Gestão de Excelência também foram apresentados durante o workshop no Simec. As apresentações foram da gestora Maribel Gaio quanto ao Laboratório Vida, e da diretora administrativa financeira da Ogochi, Aureane Mignon. Essas empresas foram reconhecidas neste ano no Prêmio Catarinense da Excelência na categoria 250 pontos. 

Ao falar sobre o programa, Maribel citou que com o modelo foi possível planejar, agir, controlar e aprender, e que o gestor necessita ser persistente e estar disposto à mudança. Já Aureane enfatizou que não é um modelo mágico e requer escolhas estratégicas e monitoramento. Além disso, complementou que "o modelo não exclui nada do que se tem na empresa, mas ensina a melhorar".

EXTRA COMUNICA - Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira-Jornalista/MTE4296RS - 19/10/18

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